timoneiro   
      

Toma o leme, a nau perdida e desviada
Vento de estibordo entrando forte, empapuçando velas, revirando o estômago
Será que eu sobrevivo? Olha essas ondas!

Por que chorar tanto assim, Alice?

Pego o curso, a nau sombria e avariada
Ventos fortes continuam, os enjôos não.
Eu sobrevivo.


SP 17/08/01
Jean Boëchat


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