assim liberdade  
   

É assim, assim, liberdade.
Amarela, verde, roxa e azulada.



É vento no rosto, poeira de gosto.
É assim, assim, liberdade.



Curvas de chegada, me delicio, estrada.



Abro os braços, horizonte
Olhos os morros, traço os montes.



É dia, é noite, é assustada.
É assim, assim, liberdade.



É assim, assim, assim de verdade.
Ir e vir, te ver e ser: um nada.


SP 10/09/01
Jean Boëchat

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