Carta esquisita   
      


Levei um mês para escrever algo novo.
Escritores - ah, pretensão minha... - não são máquinas de escrever.

[!--

Pausa para o versinho do plim-plim (Mamãe pediu para copiar):
" Dia e noite são iguais. Se tu chegas, amanhece. Fica noite, se te vais." - Vicente Carvalho.

<--!]

Como ia dizendo...

As palavras ficam rodando a cabeça. Circulam entre os sonhos, como uma canção pegajosa.

Mas não saem.

O sono não deixa. O tédio não deixa.

Gosto dos momentos de rompantes.
Como um tiro furando um peito.

Escrever não é fácil. Hoje, por exemplo, não estou gostando muito disto que leio.
Deve ser a dor de barriga.

Talvez esta joaninha cheirosa que me olha nos olhos. Quer poemas só para ela.
[espaço para um sorriso aberto]

Sei porque escrevo assim agora.
Mariana tem que ler e animar sua luz.

Mari, lê logo isto!

Pronto.

Para os desavisados, prometo melhorar muito da próxima vez. As palavras vão descolar.

Abraços para todos. Beijos pra Mari.

PS.: termina aquele texto logo, que ninguém mais me agüenta aqui!

SP 09/03/00
Jean Boëchat




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