saborear   
      

Na minha camisa branca
Projeções de lugares distantes
Seu rosto aflito, tremendo de medo

Naquela nuvem branca
Um cinema de brincar
Seu corpo afoito, tremendo de frio

Dou mão, abraço, flerte de paixão

Nos seus sonhos azuis
Intenções de passeios noturnos
Meu corpo agita, tremendo de festa

No seu tempo de outrora
Sinfonia de dançar
Meu rosto avisa, tremendo de emoção

Dá mão, abraço, flerte de paixão

O amor sempre foi uma coisa misteriosa
Agora é saborear até o fim: o começo de tudo.

SP 02/01/02
Jean Boëchat


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