(re)nascimento    
      


Me pego com muita vontade de escrever sobre o primeiro outubro.
O outubro daquele ano. Invertendo. Inventando. Divertindo.
A revolução maternal. Evolução natural. A rima rica. Esconde o que há para se esconder.
As falhas, as faltas, o que se perdeu.
Talvez hoje, nessas estranhas primaveras, reconhecer tudo, recuperar.
Não resistir, o irmão chorar.
Ah, outubro! Quanto outubro!
Que um dia seja outono. Seja meu, tal hemisfério. Hoje, só vocês, flores.
Vai ser diferente. A novidade.
Para frente. Vou vivendo meus meses. Adeus.

SP 01/10/99
Jean Boëchat




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